domingo, 12 de novembro de 2017

                                                              INVOCAÇÕES, Vida Plena, Ano XII, Ed. 63, 2016

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Menino
            {Pro Bituca}

Menino,
aceito essa canção
como um mimo,
que vem do coração.
Tiro dela,
com a mão
ou com um sorriso,
um acorde,
um verso
que me acorde,
que me tire do avesso.
É uma prenda
que me acende.
É feita de amizade
e de  outros sentimentos,
de mil tons e nascimentos                                                  que  me  ascendem.

Semente (2014, p. 38).

sábado, 17 de dezembro de 2016

Sol
Sou sol e silêncio
        Sol soa
               Soa silêncio
                                     Solitude...
                Soa silêncio
        Sol soa
Sou sol e silêncio
Sol

Heliófilo/paulobarros

Círculos

Movo-me em círculos
como o tempo,
vidas,
inícios,
fins,
recomeços.
Reconheço segredos,
irmãos,
amigos,
caminhos já percorridos.
Movo-me...

paulobarros



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

terça-feira, 21 de julho de 2015

Entero

Camino entero,
corpo y alma.
Caminante extranjero,
con los pasos en el rastro del tiempo,
mente en el hogar.
Camino entre palmas y almas
mientras pienso en mis sueños de noche y día,
en  mi búsqueda y dicha,
bajo el amigo Sol que me guía.
Amistad que me hace entero.

Rosario [18.07.2015]       


Caminante


Caminante, hay caminos.

Hay caminos en los sueños,
en las sendas que se cuzan,
en los pensamientos que se mutan.
Caminante,  hay  caminos.
"Se hace caminos al andar".
Caminos del pasado,
caminos hacia al futuro,
caminos de Machado.
Caminante,  hay  caminos.
Toma el sol como brújula
y continua tu marcha,
hacia tus sueños dorados.

Rosario [27.07.2015]  




                                                        


domingo, 5 de abril de 2015

A árvore dos meninos
[Escrito para 5 meninos: Pedro, Regina, José, Ana e Paulo]

Hoje sonhei com uma árvore bailarina
dançando com o sol,
observada por sorrisos dos meninos,
encantados com suas flores vermelho-douradas.
Hoje voei com os passarinhos,
coloridos de alegria,
como a casa dos meninos,
portas abertas,
janelas para o mundo.
Hoje me imaginei brincando com coisas de criança,
na estação sem chuva,
correndo por caminhos de terra,
colhendo sementes vermelho-douradas,
da árvore bailarina,
que dançava com os meninos.
Hoje lembrei da estação com chuva plena de verde-alegria:
canto de cigarras e bem-ti-vis,
conversas com passarinhos e sapos,
carreiras pelos campos,
sabor de frutos de cactus.
Hoje semeei sementes multicoloridas,
cheias de vidas
e  reencontrei na minha mente
a árvore dos meninos,
bailando com o vento,
na confluência do passado-presente.
Ela encantava o espírito dos meninos.
Eles tinham os olhos cheios de primavera
e anunciavam  o prelúdio de uma nova era.


28\04\2012.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Alma

Eu sou alma,
invisível sob a pele.
Eu sou calma,
processo o que afaga e repele.
Mas sou visível quando rio,
ou se falo.
Quando fluo como um rio,
ou se me calo.
Eu sou alma,
brilho visível sobre a pele.
Eu sou paz,
vejo, sinto, escuto o que me apraz.
Mas sou invisível enquanto vivo e corro,
ou se morro.
Quando ascendo e declino como um astro.
Ou se paro e corro sem indício,
ou deixo rastro.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014