sábado, 6 de maio de 2017
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Menino
{Pro Bituca}
Menino,
aceito essa canção
como um mimo,
que vem do coração.
Tiro dela,
com a mão
ou com um sorriso,
um acorde,
um verso
que me acorde,
que me tire do avesso.
É uma prenda
que me acende.
É feita de amizade
e de outros sentimentos,
de mil tons e nascimentos que me ascendem.
Semente (2014, p. 38).
sábado, 17 de dezembro de 2016
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
terça-feira, 21 de julho de 2015
Entero
Camino entero,
corpo y alma.
Caminante extranjero,
con los pasos en el
rastro del tiempo,
mente en el hogar.
Camino entre palmas y
almas
mientras pienso en mis
sueños de noche y día,
en mi búsqueda y
dicha,
bajo el amigo Sol que
me guía.
Amistad que me hace
entero.
Rosario [18.07.2015]
Caminante
Caminante, hay caminos.
Hay caminos en los sueños,
en las sendas que se cuzan,
en los pensamientos que se mutan.
Caminante, hay caminos.
"Se hace caminos al andar".
Caminos del pasado,
caminos hacia al futuro,
caminos de Machado.
Caminante, hay caminos.
Toma el sol como brújula
y continua tu marcha,
hacia tus sueños dorados.
Rosario [27.07.2015]
Caminante
Caminante, hay caminos.
Hay caminos en los sueños,
en las sendas que se cuzan,
en los pensamientos que se mutan.
Caminante, hay caminos.
"Se hace caminos al andar".
Caminos del pasado,
caminos hacia al futuro,
caminos de Machado.
Caminante, hay caminos.
Toma el sol como brújula
y continua tu marcha,
hacia tus sueños dorados.
Rosario [27.07.2015]
domingo, 5 de abril de 2015
A árvore dos meninos
[Escrito para 5 meninos: Pedro, Regina, José, Ana e Paulo]
Hoje sonhei com uma árvore bailarina
dançando com o sol,
observada por sorrisos dos meninos,
encantados com suas flores vermelho-douradas.
Hoje voei com os passarinhos,
coloridos de alegria,
como a casa dos meninos,
portas abertas,
janelas para o mundo.
Hoje me imaginei brincando com coisas de criança,
na estação sem chuva,
correndo por caminhos de terra,
colhendo sementes vermelho-douradas,
da árvore bailarina,
que dançava com os meninos.
Hoje lembrei da estação com chuva plena de verde-alegria:
canto de cigarras e bem-ti-vis,
conversas com passarinhos e sapos,
carreiras pelos campos,
sabor de frutos de cactus.
Hoje semeei sementes multicoloridas,
cheias de vidas
e reencontrei na minha
mente
a árvore dos meninos,
bailando com o vento,
na confluência do passado-presente.
Ela encantava o espírito dos meninos.
Eles tinham os olhos cheios de primavera
e anunciavam o
prelúdio de uma nova era.
28\04\2012.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Alma
Eu sou alma,
invisível sob a pele.
Eu sou calma,
processo o que afaga e repele.
Mas sou visível quando rio,
ou se falo.
Quando fluo como um rio,
ou se me calo.
Eu sou alma,
brilho visível sobre a pele.
Eu sou paz,
vejo, sinto, escuto o que me apraz.
Mas sou invisível enquanto vivo e corro,
ou se morro.
Quando ascendo e declino como um astro.
Ou se paro e corro sem indício,
ou deixo rastro.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
domingo, 1 de dezembro de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Floresta
Uma flor,
A floresta viva,
Que reflete as cores
da folha,
do passarinho,
da flor,
do fruto...
no espelho das águas.
Em todas as cores,
exalam tantos odores,
Soam diferentes melodias,
Que aquecem e refrescam
o tato e o olfato,
a mente e a alma.
Floresta encantada,
Que acalma os sentidos
com as gotas da chuva,
a fragrância da brisa,
os mil tons verdes,
vida de toda cor.
Uma orquestra em sintonia,
de mil pássaros que cantam o silêncio.
Floresta lendária em festa,
Reflexo da alma
na simplicidade do cotidiano,
Na pureza da natureza,
Na paz que emana
da alma manifesta.
Amazônia, julho de 2013.
Paulo Barros
Uma flor,
A floresta viva,
Que reflete as cores
da folha,
do passarinho,
da flor,
do fruto...
no espelho das águas.
Em todas as cores,
exalam tantos odores,
Soam diferentes melodias,
Que aquecem e refrescam
o tato e o olfato,
a mente e a alma.
Floresta encantada,
Que acalma os sentidos
com as gotas da chuva,
a fragrância da brisa,
os mil tons verdes,
vida de toda cor.
Uma orquestra em sintonia,
de mil pássaros que cantam o silêncio.
Floresta lendária em festa,
Reflexo da alma
na simplicidade do cotidiano,
Na pureza da natureza,
Na paz que emana
da alma manifesta.
Amazônia, julho de 2013.
Paulo Barros
quarta-feira, 1 de maio de 2013
| Foto: Paulo Barros |
Qui sapit
0m: é o início da trilha do parque.
Pode ser também Om: o mantra sublime,
prenúncio de uma boa caminhada.
Pode ser zero: mente vazia de supérfluos.
Pode ser simplesmente o princípio de uma reta, meio e fim.
Ou o ponto na testa: a identidade metafísica,
a alma manifesta.
Quiçá o invisível ou o nada;
o norte, o antes e o depois.
Quem sabe o delírio de um bicho da mata,
que mata os sobejos com o silêncio da mente,
aprecia a beleza,
afaga-se com os cheiros e as cores dos elementos
e a tranquilidade da natureza.
Paulo Barros
01\05\2013
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